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sábado, 20 de julho de 2019

Vasco começou o jogo pressionando e tendo mais a posse de bola (67%). O que não é normal do time. Com o decorrer do jogo, a partida ficou dentro da normalidade, com o Flu com mais posse de bola (57%) e o Vasco buscando a velocidade.
Uma saída errada de Richard e Marquinho, e gol de Pedro, o atacante que o Vasco não tem. Mas até o gol, o Vasco era superior ao Flu no 1º tempo, pressionando a saída, mas concluindo mal todas as vezes.

O Vasco não é um time de toque de bola, não era de se esperar isso mesmo. É um time de pressão, roubo de bola e saída em velocidade. Por isso é um dos times mais verticais do campeonato - relação passe/finalização. E isso o time fez, só que finaliza mal.

Naquele momento do jogo, o Vasco já parecia menos intenso nessa volta do 2º tempo. A pressão que fez no início do jogo já não acontece agora. Natural pelo cansaço. Mas isso facilita a saída do Fluminense também.

O Vasco ganhou a bola na pressão ofensiva e sofrendo a falta. Bola parada funciona com Bruno César. Primeiro gol de Castán pelo Vasco. Na hora certa.

O cara do jogo

Bruno César decisivo nessa virada.
Sofreu a falta que resultou na expulsão do Digão, cobrou a falta para o gol do Castán, fez o lançamento para o Pikachu sair na cara do gol e sofrer a falta da expulsão do Frazan. E agora um golaço de falta virando o jogo.

FIM DE JOGO EM SÃO JANUÁRIO

Vasco 2 x 1 Fluminense

Partida quentíssima, com virada, expulsões, duelo de estilos, mudanças táticas e de postura…!

O Vasco foi superior. Luxemburgo consertou os erros mexendo no segundo tempo. Bruno César foi o grande nome, com participação direta no primeiro e o golaço no segundo. O Flu ficou com dois a menos, mas na verdade eram três, pois o Cruz-Maltino jogou com 12: a torcida.

Papo de “Flu Freguês” ganha força nos números. O Vasco 22 partidas das últimas 50 do confronto, e o Fluminense só 8. Que baita escrita. Em 2019, foi o 3º jogo entre ambos. O Vaso venceu as 3. Nas últimas 20 partidas disputadas entre Vasco e Fluminense, o Cruz-Maltino venceu 13, empatou 4 e perdeu apenas 3. Números bem discrepantes para um clássico tão tradicional.

E mesmo sem F.Miguel e Rossi, o Vasco se superou. E superação também foi a palavra de Leandro Castan. Não pareceu que não jogava desde o dia 24/4. Dá outra cara ao time e falo isso além da parte técnica. Líder, confiante e passa isso aos companheiros porque faz parte dele ser isso.

Papo com Boleiro no pós jogo:


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