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terça-feira, 6 de agosto de 2019

Givaldo Santos Vasconcelos, conhecido como Jacozinho, é um ex-futebolista brasileiro que atuava como ponta-direita. Destacou-se pelo CSA, na década de 1980.
Foto: acervo da bola
Jacozinho, começou nas categorias de base do Vasco Esporte Clube de Aracaju, disputando seu primeiro jogo como profissional em 1976. No ano seguinte foi contratado pelo Club Sportivo Sergipe, pelo qual disputou o Campeonato Brasileiro de 1977.

Passou por diversos clubes ao longo da sua carreira, entre eles Jequié (BA), Galícia (BA), Lêonico (BA), Corinthians de Presidente Prudente (SP), ABC (RN), Baraúnas (RN), Rio Branco FC (AC), Nacional (AM), Santa Cruz (PE) e Ypiranga (PE), mas a fase de maior sucesso foi defendendo o CSA, pelo qual foi cinco vezes campeão alagoano e três vezes vice-campeão da Taça de Prata. Na época, o repórter Márcio Canuto, da Rede Globo, promoveu o jogador nacionalmente, com reportagens para o programa Globo Esporte em que pedia, em tom humorístico, a sua convocação para a Seleção Brasileira de futebol, então comandada por Evaristo de Macedo. O jornalista explorava ainda a origem humilde do ídolo da torcida, mostrando-o chegar aos treinos montado num jegue e comendo rapadura.

O auge da fama veio no amistoso que marcou a volta de Zico ao Flamengo. O tempo estancou para Jacozinho no dia 12 de julho de 1985. Canuto defendeu a participação do atacante no time dos Amigos de Zico, que enfrentaria o Flamengo no Maracanã no dia 12 de julho de 1985. Mesmo sem ter sido convidado oficialmente, Jacozinho acabou ganhando um lugar no banco de reservas.

O tempo estancou para Jacozinho naquele 12 de julho de 1985. Jacó ficou no banco de reservas, mas era querido pela massa.

Quando o amistoso entre o Flamengo e amigos de Zico estava sem graça, o técnico Telê Santana resolveu incendiar a festa. Ouvindo o apelo do povo, mandou o ponta à campo no lugar de Paulo Roberto Falcão. E naquele dia, todos viram o rapaz estraçalhar. Jacozinho recebeu no primeiro lance um lançamento perfeito de Maradona, deu um drible da vaca em Cantareli e marcou um golaço. O Rubro-Negro venceu por 3 a 1, mas o "penetra" foi o grande destaque, atraindo à atenção da imprensa, torcedores e até dos jogadores.

29 anos depois os dois se reencontraram após o polêmico jogo: "Ídolo". Depois de ter roubado a festa do Galinho em 1985, ex-atleta fecha a história com um abraço em Vitória. Jacó quer agora convidá-lo para uma partida festiva em Alagoas.
Jacozinho achou que Zico não havia gostado de sua presença na festa. Considerou o cumprimento frio antes do jogo e ficou triste pelo desfecho de seu conto de fadas. O tempo passou e os dois se reencontraram há dois meses, em Vitória,  Espírito Santo. A conversa com o Galinho emocionou o velho Jacó, que fechou parte de sua história com um forte abraço no ídolo.

- Sou do Sindicato do Atletas do Espírito Santo e fui convidado para um congresso em Vitória. Um dos palestrantes nesse período de Copa era o Zico. Estava assistindo na plateia e, de repente, ele disse que tinha um velho conhecido ali e que, depois, gostaria de falar com essa pessoa. Ainda completou: ele sabe de quem estou falando. Gelei. Pensei que, depois de tantos anos, o Zico estivesse chateado comigo - contou Jacozinho, preparando o arremate.

- Nos bastidores, fui falar com o Zico e ele me atendeu maravilhosamente bem. Me deu um forte abraço, foi carinhoso e brincou, dizendo que roubei a festa dele no Maracanã (risos). Falei que era fã e ele me disse que também gostava muito do meu futebol, que apenas não tive a sorte de me destacar num time grande do sul do país. Depois, me deu o telefone e se despediu. Em casa, liguei para o número e ele já atendeu falando meu nome: Jacó! Foi uma grande emoção. O Zico é um cara extraordinário, ídolo de todas as torcidas, porque foi um cracaço em campo e é um homem espetacular.

Contribuição: Wikipédia da bola

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