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domingo, 4 de agosto de 2019

Fotos: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br



Enquanto a torcida vascaína lamenta o empate sem gols com o CSA no estádio Kleber Andrade, em Cariacica, o técnico cruzmaltino comemora o ponto ganho numa partida onde considera que seus comandados não foram bem. Mas Vanderlei Luxemburgo também não gostou da arbitragem, que teria deixado de marcar um pênalti a favor do Vasco, assim como cometido outros erros no confronto.

"Ganhamos um ponto. Não podemos ficar lamentando o VAR, se foi ou não pênalti. Apenas achei que o juiz interpretou um jogo pra ele. Ganhamos um ponto porque a equipe não jogou bem, o CSA esteve muito mais perto da vitória. Tivemos um primeiro tempo muito ruim, sem atitude. Temos um jeito de jogar e agora é botar a cabeça no lugar pro próximo jogo", falou em entrevista coletiva.

Vanderlei discordou ainda de obrigação em vencer o CSA, equipe que segue na zona de rebaixamento com apenas oito pontos somados e em 19o. lugar na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. Até o momento ele vem cumprindo sua promessa de fugir da zona de confusão, mas ainda não está assim tão distante. O Gigante da Colina concluiu a 13a. rodada da competição na 15a. posição, com 14 pontos.

"Obrigação de ganhar é em todos os jogos, não só contra o CSA. Temos que pontuar. Hoje prefiro falar que ganhamos um ponto e não jogamos bem. Daqui temos que sair com a noção exata de quem nós somos", argumentou.

O que o técnico realmente lamentou foi não ter a chance de atuar em casa, já que os estádio cruzmaltino teve que parar para troca de refletores, uma exigência da CBF.

"O Vasco não pode deixar de jogar em São Januário. É fundamental. É um calor humano diferente. É uma pressão diferente. Não pode deixar de ter essa vantagem, pra quem está disputando da maneira que estamos a competição. Não estou criticando o local aqui, mas é um estádio distante e a torcida fica distante dos seus jogadores", concluiu.

Luxemburgo criticou a postura do time, dizendo que foi tudo ruim e nada deu certo, inclusive suas substituições. Mas chegou a elogiar Talles Magno, jogador de apenas 17 anos e uma das novidades no time titular. O atacante fez sua quarta partida no profissional.

"Ele é muito jovem, ainda falta pra ele algumas coisas, mas tem que jogar. Pode entrar jogando ou no banco, é um jogador que tem futuro. As decisões, às vezes equivocadas, mas vai encontrar esse timing com o tempo, jogando. Ele prende a bola na frente, não tem medo do adversário, tem personalidade", disse o comandante, encerrando a entrevista.

Texto: Rosária Farage - Gama Esportiva

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