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domingo, 25 de agosto de 2019

Foto: Rafael Ribeiro/Vasco
Hoje, mais do que nunca, "São Januário, territorio hostil". E não é violência, é ser caldeirão, é torcida empurrando, time com tesão de jogar em casa. Que a diretoria não venda mais mando de campo, porque a Colina é fundamental nessa campanha.

Vasco entrou posicionado no 4-1-4-1 de sempre, com Marrony de centroavante e Talles Magno aberto pela esquerda. Andrey e Marcos Jr., por dentro e Raúl aberto na direita.
Time pressionou bastante o homem da bola.

São Paulo perdeu um atacante que já vinha participando pouco do jogo. Mudou pouco a estrutura do time, mas mudou muito a postura. Equipe na maioria das vezes, esperava o Vasco e saía em contra-ataque. Chegou duas vezes bem assim. Com São Paulo fechado, Vasco ganhou campo mas perdeu velocidade.

Vasco 1 x 0 São Paulo

Ele merece. Garoto joga demais e fez um gol num misto oportunismo e qualidade. Pela atenção na jogada e pelo domínio bonito. Primeiro gol de Talles Magno como profissional. De canhota. O Vasco vencia o São Paulo com méritos.

O ritmo do Vasco caiu demais após o gol.
Ataque e meio já não pressionavam mais como antes. A bola estava muito concentrada nos zagueiros, e os volantes participando menos do jogo. Time precisava voltar para o jogo para não correr risco.

Vasco 2 x 0 São Paulo

D. Barcelos fez ótimo cruzamento e a infiltração de F. Bastos foi na mesma medida. Vasco ampliaria o placar após ter dado uma relaxada. A torcida fez a festa. Aliás, os dois gols saíram de cruzamentos do lateral. Mexida de Luxemburgo fez efeito. Como disse antes, vencendo com méritos.

Detalhe

“São dois meses de salários atrasados. Quatro de direitos de imagem. E a entrega desse elenco, limitado sim tecnicamente, tem que ser exaltada. Suam sangue em todas as partidas. Entendem o tamanho e o peso da camisa que eles estão carregando. A torcida nem se fala. O apoio é redundante.”

O visitante

O São Paulo não perdia uma partida desde o 1 a 0 para o Bahia, em 30 de maio. Foram nove jogos de invencibilidade, com vitória nos últimos cinco. Cuca acertou o time, que hoje não teve Pato, Pablo, Rojas, Toró e Hernanes. O elenco se fortaleceu muito com Daniel Alves e Juanfran…

Fica a dica:

“Gritos homofóbicos não têm que ser parados porque o seu time vai ser prejudicado. Eles têm que acabar porque você tem que evoluir como humano. Se você é vascaíno, estude a história de inclusão do seu time. E se já sabe, pratique. Melhore como pessoa. E não, isso não faz parte do futebol.”

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