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sábado, 21 de setembro de 2019

Foto: Alexandre Vidal/Flamengo
Flamengo iniciou o jogo como se estivesse no Maracanã, marcando no campo de ataque, sufocando saída de bola do Cruzeiro. Duas chances em menos de 10min e faz o gol com Gabigol após passe de Gerson. Cruzeiro até então, não tinha visto a bola.

Bem positivo que a tv tenha mostrado pela primeira vez a imagem do VAR da revisão de possível falta no gol do Flamengo. Deu para ver qual era a dúvida e como não foi falta. Ganha a transparência.

Após o início forte do Flamengo, Cruzeiro conseguiu duas chances de gol em bolas entre o zagueiro e o lateral que pareceu ser o ponto frágil da defesa rubro-negra, sendo a melhor com Pedro Rocha. Rogério pareceu ter treinado essa jogada. Time mineiro melhorou um pouco.

O empate cruzeirense

Bela tabela de Thiago Neves e Pedro Rocha e Rodrigo Caio se enrolou com ele para evitar a conclusão. Pênalti, na minha PRIMEIRA visão, bem marcado. Thiago empatou o jogo. Mas revendo o lance do pênalti, Rodrigo Caio põe a mão na frente de Pedro Rocha, mas não o agarra, nem faz movimento que o derrube. Portanto, na minha opinião: não foi pênalti, embora seja um lance bem interpretativo.

Jesus vê Vitinho como meia e não atacante. Mas ele não esteve nem perto de conseguir executar a função de Éverton Ribeiro. Não achou os espaços, não dava sequência nas jogadas. Jesus perdeu a paciência com Vitinho. Botou Piris da Motta e adiantou Gérson pela direita. O meio-campista já atuou bem nesta posição.

Segundo tempo começou bem aberto com Cruzeiro mais perigoso aproveitando os contra-ataques pois, a defesa do Flamengo, voltou mal postada. Piris me pareceu meio perdido no posicionamento. Duas chances claras com conclusões abertas para o gol que o Flamengo se salvou por Diego Alves e pela trave.

Pressionado pelas vaias da torcida, Arrascaeta já vinha fazendo boa partida. Ganhando disputas e achando espaços, flutuando em meio à marcação justa do Cruzeiro. Foi mais produtivo na esquerda quando Filipe Luís avançava para jogar com ele.

Rubronegro na frente novamente

Detalhe - A convocação de Gabigol é uma injustiça pelo desfalque e uma justiça muito grande pela bola ao mesmo tempo. Que corta-luz genial para Arrascaeta. O uruguaio vinha bem e mostrou ser decisivo como sabe bem a torcida do Cruzeiro.
Foto: Alexandre Vidal/Flamengo
Após um bom início de segundo tempo, Cruzeiro caiu na intensidade tanto na pressão na frente como na marcação atrás. Isso foi fatal diante de um time superior. Mas o time seguiu vivo e apostou mais na presença de área do que na velocidade com Fred.

Melhor em campo

Filipe Luís fez uma partida irretocável. Antecipa-se nas roubadas, acha os passes nas entrelinhas, defende bem. Melhor em campo.

Flamengo já poderia ter decidido o jogo em duas chances claras e Devid desperdiça na frente do gol para Cruzeiro. Jogo ficou intenso até o final mesmo com times cansados.

O visitante indesejado

Partida excelente de Arrascaeta. Mostrou que não é jogador que se intimada com ambiente hostil.

Final

Ganhou o melhor time ao final em um jogo muito bom. Flamengo se impôs no início do jogo e na maior parte do segundo tempo. Mas, o Cruzeiro mostrou, sim, evolução, mais intenso, equilibrou em alguns momentos.

Aplausos

Um detalhe sobre o comportamento das torcidas, reflexo dos momentos dos dois times que afeta o ânimo da torcida. Parecia que o Cruzeiro tinha vendido o mando de campo. Só deu para ouvir a torcida do Flamengo quase o tempo inteiro.

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