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quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Foto: Alexandre Vidal/CRF
Botafogo 0 x 1 Flamengo - O líder do Brasileirão conseguiu mais uma vitórias daquelas de quem não desiste do jogo. Botafogo foi intenso, mas perdeu o tom da pilha. A partir da expulsão, o Flamengo não foi brilhante, mas tem muitos recursos técnicos. E ganhou com o jogador colocado a mais por Jesus na área.

A primeira chance do Botafogo foi com um drible de Igor Cássio em cima de Rodrigo Caio, e a conclusão defendida por Diego Alves. Botafogo marcava de forma agressiva, inclusive na frente, e impedindo o avanço do Flamengo.

Em menos de 15min, já haviam várias entradas duras no jogo. Começou com o Botafogo, e o Flamengo passou a pegar mais ríspido também.

Um mérito do Botafogo até certo momento do jogo é que não tinha uma postura defensiva como outros times que enfrentaram o Flamengo. Além da marcação forte, inclusive adiantada, explorava a velocidade nas laterais. Já tinha criado duas boas chances, salvas por Diego Alves e Marí.

Após um início pior, Flamengo conseguiu tomar o controle do jogo. Passou a ter a bola, girar de um lado para o outro e achar espaços na defesa do Botafogo. Everton Ribeiro e Bruno Henrique eram os melhores da partida.

Botafogo já estava ultrapassando o limite entre marcação dura e desleal. Toda bola que os jogadores rubro-negros recebiam, tomavam na canela, no tornozelo. Pela segunda vez o Gabigol saiu de maca.

Um primeiro tempo intenso, porém, muito truncado e até meio violento. Botafogo entrou num ritmo forte e foi melhor por 25/30min. Depois, caiu em intensidade e Flamengo passou a dominar com a bola no pé.

Segundo tempo

Expulsão de Luiz Fernando foi uma consequência do jogo que fez o Botafogo desde o início. Deu várias entradas duras e quando Bruno Henrique arrancou, ele fez falta para parar e tomou o óbvio segundo amarelo.

Carli, que já tinha cartão amarelo, foi gritar com Bruno Henrique caído por uma disputa normal. Botafogo teve um expulso e continuou com a tática guerra.

Jogo foi ataque contra defesa. Com um a menos, foi possível se defender com as mesas linhas de com 11. O problema é que, sem saída de contra-ataque, o Botafogo teve toda hora a bola rondando sua área.

Como era de se esperar, Flamengo abriu jogadores dos dois lados para alargar o Botafogo, sufocou e criou algumas chances. As giradas de bola de um lado para o outro foram a melhor forma de penetrar na defesa. Mas o time errava nas conclusão das jogadas.

Jesus trocou Vitinho, que não teve boa atuação, por Lincoln buscando mais presença dentro da área. Bruno Henrique passou a jogar mais aberto na esquerda. E "meteu" Lucas Silva para abri-lo na direita. Flamengo tinha dificuldades para entrar na defesa.

Depois de dar um sufoco, Flamengo se mostrava um time sem ideias de como penetrar na defesa alvinegra. Estava apelando para muitos cruzamentos, chute sem a posição ideal. Time não achava o seu jogo.

A defesa do Botafogo tinha boa atuação. Mas Bruno Henrique, de novo, achou a brecha em uma arrancada e cruzou para o gol de Lincoln. Acerto de Jesus que apostou em alargar o campo e no garoto que não vinha jogando.

A verdade é que Carli, se não houvesse a expulsão de Luiz Fernando, já teria levado o segundo amarelo e o vermelho. Exibiu um vasto repertório de antijogo neste segundo tempo: cera, provocação, simulação.

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